Esse é o intervalo de mercado. Aqui você vê como esse preço se forma, quanto custa cada tipo de investigação e o que observar antes de contratar, para não pagar mais nem cair em promessa vazia.
O que faz o preço de um detetive particular variar
Não existe tabela fechada porque cada investigação é diferente. Cinco fatores mexem no valor:
- ·Complexidade do caso. Confirmar uma suspeita simples é uma coisa. Reunir prova documentada, com registro de datas e locais, é outra.
- ·Tempo de apuração. Alguns casos se resolvem em dois ou três dias de campo. Outros pedem semanas de acompanhamento.
- ·Deslocamento. Investigar dentro de Osasco tem um custo. Seguir um alvo que se move por várias cidades da Grande São Paulo tem outro.
- ·Número de investigadores. Um acompanhamento discreto às vezes exige mais de uma pessoa para não levantar suspeita.
- ·Tipo de prova. Foto e vídeo de campo, extração de conversa dentro da lei, localização de paradeiro. Cada entrega pede uma técnica e um tempo.
Por isso o orçamento honesto vem depois da conversa, não antes. Quem crava um preço fechado sem ouvir o caso costuma cobrar a mais na frente.
Quanto custa cada tipo de investigação
Como referência de mercado, estas são as faixas mais comuns:
Os valores mudam com os fatores acima. A conversa inicial serve justamente para transformar essa faixa em um número real para o seu caso.
Detetive por diária ou fechado por caso?
Há duas formas de cobrar, e cada uma serve a uma situação.
A diária funciona quando o trabalho é de campo e você quer acompanhar o andamento: paga-se por dia de investigação. É comum em acompanhamentos e confirmação de rotina.
O valor fechado por caso funciona quando dá para estimar o escopo desde o começo, como numa investigação conjugal completa. Você sabe o custo total antes de começar e não tem surpresa no fim. Na primeira conversa a Rubi indica qual formato faz mais sentido para o que você precisa.
Preço de detetive particular em São Paulo e Grande SP
O custo em São Paulo e nas cidades vizinhas segue as mesmas faixas, com pequena variação pelo deslocamento. Atendemos Osasco e região oeste como base, e também São Paulo capital, Guarulhos e Campinas. Onde o alvo se move para longe, entra o custo de deslocamento; o resto do preço se forma pelos fatores que você viu acima.
É legal contratar um detetive particular?
Sim. A profissão de detetive particular é regulamentada pela Lei 13.432/2017, que define o que o investigador pode e não pode fazer. O trabalho é conduzido dentro da lei, e a prova reunida (fotos, vídeos, relatório) pode ser usada inclusive em processo judicial, como em ações de divórcio e guarda. O que a lei não permite, como grampo telefônico ou invasão, um profissional sério não faz, e você deve desconfiar de quem oferece.
Detetive particular vale a pena?
Vale quando a dúvida já está atrapalhando a sua vida e você precisa de fato, não de achismo. Uma suspeita que dura meses custa caro em saúde e em decisões erradas. Uma investigação bem conduzida entrega um dossiê com o que realmente aconteceu, e devolve a você a capacidade de decidir com base em prova. Para quem vai levar o caso adiante na Justiça, esse material organizado costuma valer cada real investido.
Como contratar sem cair em cilada
Antes de fechar, observe quatro pontos:
- Fale com quem vai conduzir a investigação, não só com um atendente. Na nossa operação você fala direto com a Rubi.
- Sigilo desde o primeiro contato. Seus dados e o motivo da investigação não podem circular.
- Orçamento depois de ouvir o caso. Preço cravado sem conversa é sinal de alerta.
- Nada de promessa mágica. Um profissional honesto diz o que dá e o que não dá para fazer dentro da lei.
A Rubi Pais está há mais de dez anos na investigação particular, com a mesma orientação do começo ao fim: confiança e sigilo. O trabalho é parte da mesma rede do investigador Edson Frazão, com mais de 30 anos de carreira e presença na mídia nacional.