A investigação de maus-tratos reúne registros lícitos do que acontece com uma pessoa vulnerável da família e de quem é o responsável, para apoiar a decisão da família, um pedido de medida protetiva ou o encaminhamento jurídico do caso. Ela é para quem desconfia de um cuidador, de uma babá, de um parente ou de uma instituição e precisa confirmar o que está acontecendo antes de agir.
Sinais que levam à procura
Alguns sinais costumam ser o motivo da primeira dúvida:
- Mudança repentina de comportamento.
- Medo de uma pessoa ou de um lugar específico.
- Isolamento, queda no rendimento escolar ou afastamento social.
- Falta de higiene, alimentação ou cuidado básico.
- Relatos indiretos de agressão, humilhação ou controle.
Nenhum desses sinais, sozinho, confirma nada. É exatamente para isso que serve a apuração.
Os três casos
Quando a suspeita envolve uma criança, o caso pode estar dentro da família, com uma babá ou cuidador, ou em uma instituição. A apuração observa a rotina com discrição e confirma se há negligência, como falta de higiene, alimentação ou cuidado básico, ou se há agressão, sem expor a criança.
Uma suspeita de agressão a idoso costuma envolver um cuidador, um funcionário de instituição ou um familiar, e os registros reunidos servem para sustentar uma denúncia ou um pedido de medida protetiva.
Se a preocupação é com uma mulher da família, a violência pode ser física, psicológica, emocional ou patrimonial, dentro da família, por terceiros ou em instituição, e a apuração mostra a você o que de fato acontece, para que a sua decisão não dependa só de suspeita.
Quando o caso é especificamente de um adolescente, veja a investigação de adolescente. Quando envolve mais de uma pessoa da família ao mesmo tempo, veja a investigação familiar.
Como funciona
- Análise inicial do caso e das prioridades.
- Planejamento considerando rotina, locais e riscos.
- Apuração discreta de padrões de comportamento.
- Coleta de registros lícitos.
- Relatório final, para apoiar denúncia ou pedido de medida protetiva.
O que não é feito
O limite é a lei, e ele vale em todo caso: não há invasão de dispositivo, gravação em ambiente privado, acesso a conta alheia nem exposição da vítima. Quem oferece uma dessas coisas está oferecendo um problema a mais, não uma solução.
Quando o caminho é o canal oficial
Se há risco imediato, o caminho não é o detetive: é o Disque 100 (crianças, idosos e pessoas vulneráveis), o Disque 180 (violência contra a mulher), o Conselho Tutelar (criança e adolescente), a delegacia ou o Ministério Público. Esses canais vêm antes de qualquer investigação.
O que a apuração acrescenta a esses canais é um registro organizado e lícito do que está acontecendo, para que a denúncia ou o pedido de medida protetiva não dependam só de suspeita.
Quanto custa
Como referência, a diária de investigação fica entre R$ 550 e R$ 950. Como esse preço se forma, você confere em quanto custa um detetive particular.
A base é Osasco e a região oeste da Grande São Paulo, com atendimento à capital e à Grande SP. Para saber o que dá para fazer no seu caso, fale com a Rubi Pais, investigadora mulher com mais de dez anos de atuação, em uma conversa reservada.
Perguntas frequentes
É legal?
Sim. A apuração reúne registros lícitos e não recorre a invasão de dispositivo, gravação em ambiente privado, acesso a conta alheia ou exposição da vítima.
A vítima é exposta?
Não. A apuração é discreta e sigilosa: nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros, e a vítima não é exposta em nenhuma etapa.
Serve para pedir medida protetiva?
O relatório final reúne registros lícitos que podem apoiar um pedido de medida protetiva ou o encaminhamento jurídico do caso. A decisão sobre a medida em si é jurídica, não da investigação.
Investigam instituição ou cuidador?
Sim. A apuração alcança quem está na relação com a vítima: cuidador, babá, parente ou instituição.
Por onde eu começo?
O primeiro passo é uma conversa reservada com a Rubi pelo WhatsApp, para entender o caso e indicar o caminho, inclusive se ele for um dos outros serviços de investigação.