Contraespionagem, no trabalho da Rubi, é uma tarefa física: ir até o ambiente e procurar o aparelho escondido que esteja gravando som ou imagem, ou mandando para fora o que acontece ali. Escuta, câmera oculta e outros dispositivos de monitoramento.
A dúvida de estar sendo ouvido costuma pesar mais do que a própria resposta. O trabalho serve para trocar essa dúvida por um fato.
Quando vale pedir uma verificação
Ninguém pede esse serviço por curiosidade. Em geral alguma coisa já não fecha:
- Alguém sabe de uma conversa que só aconteceu entre quatro paredes.
- Uma informação da empresa chegou a um concorrente sem explicação.
- Um objeto apareceu no ambiente ou mudou de lugar.
- Você desconfia de alguém que teve acesso à casa ou à sala.
Nenhum desses sinais prova nada sozinho. Eles indicam que vale olhar o lugar com cuidado.
Em casa e na empresa
Em casa, o pedido costuma vir no meio de uma separação ou de uma briga de família, quando o que se fala na sala parece estar chegando a outra pessoa. Se a desconfiança vai além do ambiente e chega ao relacionamento, isso é outro trabalho, a investigação conjugal.
Na empresa, a preocupação é o escritório e a sala de reunião: a conversa que deveria ficar ali dentro e está saindo. Quando a suspeita envolve pessoas e não só o ambiente, o caminho é a investigação empresarial.
Casa e empresa recebem o mesmo cuidado e a mesma discrição. O atendimento parte de Osasco e da região oeste da Grande São Paulo e cobre também a capital e as demais cidades da Grande SP.
Como a varredura é feita
A varredura de escutas é conduzida pela investigadora Rubi Pais, com mais de dez anos de trabalho na investigação particular, e segue três passos:
- Conversa inicial. Você conta o que levou à desconfiança e como é o ambiente. É aqui que se entende o que procurar e onde.
- Inspeção do lugar. O ambiente é verificado com equipamento de detecção e com busca física, nos pontos em que um aparelho poderia estar escondido.
- Registro do que aparecer. Se algo for encontrado, fica anotado o que é e onde estava.
O que você recebe
Ao final, você recebe um relatório da verificação. Ele diz o que foi olhado no ambiente e o que foi encontrado. Se nada for encontrado, o relatório traz essa informação.
O que não é feito
O trabalho é procurar, e só isso. Por isso:
- não se vende nem se instala equipamento;
- não se faz escuta ou monitoramento de nenhuma outra pessoa;
- não se invade sistema.
Quem oferece essas coisas junto com a verificação está vendendo outra coisa. Para outros tipos de caso, veja os serviços de investigação.
Quanto custa
O valor depende do ambiente e do tamanho do lugar. Como referência, a diária de trabalho em campo fica entre R$ 550 e R$ 950. Como esse preço se forma está explicado em quanto custa um detetive particular.
O número certo para o seu caso sai de uma conversa reservada pelo WhatsApp. Contar o que está acontecendo não compromete você, e nenhum caso é confirmado a terceiros.
Perguntas frequentes
É legal contratar esse trabalho?
Sim. É trabalho de investigação particular, dentro da Lei 13.432/2017. A verificação é feita no ambiente de quem contrata, ou com autorização de quem responde pelo lugar.
E se encontrarem um aparelho?
Ele fica descrito no relatório. O que fazer depois, seja guardar como prova, levar ao advogado ou à polícia, é decisão sua.
Vocês fazem a verificação no carro?
Isso se combina caso a caso, na conversa inicial. Conte a situação e a Rubi diz o que dá para fazer.
E se a suspeita for no meu celular?
O aparelho celular é outro trabalho: a análise do próprio aparelho, feita na investigação de celular.
Preciso estar no local durante a verificação?
Isso também se acerta na conversa inicial, junto com o que vai ser verificado no ambiente.
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