A investigação trabalhista serve para a empresa saber se a conduta de um funcionário é mesmo o que parece. O trabalho confirma ou descarta a suspeita e registra o que foi visto de um jeito que ajude a decidir, sem expor ninguém por engano.
A empresa fica entre dois riscos: agir sem prova pode deixá-la exposta, e não agir deixa o problema seguir. A apuração tira a decisão do achismo, e é conduzida pela investigadora Rubi Pais, com mais de dez anos de trabalho na investigação particular.
Quando a empresa contrata
A apuração vale para funcionário, prestador ou terceiro ligado à empresa. As situações mais comuns são estas:
- Afastamento ou licença médica em que a pessoa faz outra atividade que não combina com o afastamento.
- Atestado que levanta dúvida.
- Funcionário que trabalha para um concorrente ou passa informação a ele.
- Vazamento de dado ou de documento interno.
- Desvio de dinheiro ou de material.
- Conduta grave que a empresa precisa provar antes de tomar uma decisão.
Quando a suspeita é de assédio dentro da empresa, o caminho próprio é a investigação de assédio. Para questões que vão além da conduta de uma pessoa, veja a investigação empresarial.
Como a apuração é feita
Tudo começa com uma conversa com quem contrata. Nela se define o que precisa ser confirmado, porque uma suspeita vaga não vira prova útil.
No trabalho de detetive trabalhista, a Rubi segue por estas frentes, conforme o caso pede:
- Acompanhamento discreto da rotina da pessoa, sempre em local público e fora do ambiente de trabalho.
- Conferência de documento que levanta suspeita, como um atestado.
- Pesquisa no que está aberto, inclusive redes sociais públicas.
- Quando o caso exige, análise forense digital de material da própria empresa.
O que fica de fora
A apuração respeita a CLT, a LGPD e a privacidade do funcionário. Isso não é detalhe: prova obtida de forma irregular pode ser anulada e acabar virando um problema para a própria empresa.
Por isso, alguns pedidos não são aceitos:
- Invadir conta, celular ou e-mail pessoal do funcionário.
- Gravar em local privado.
- Acessar dado sigiloso por meio irregular.
Se alguém oferece qualquer uma dessas coisas, desconfie. Ficar dentro da lei é o que protege quem contrata.
O que a empresa recebe
Ao fim do trabalho, a empresa recebe um relatório com o que foi observado: data, hora, local, fotos e vídeos feitos em lugar público. O material vem organizado para a empresa decidir e, se for o caso, levar ao advogado dela.
Com esse registro em mãos, a empresa pode tomar uma decisão interna, como advertência, desligamento ou mudança de acesso, ou seguir para um processo com o seu advogado. A forma de cada decisão é com ele.
Quanto custa
O valor se forma conforme o escopo e a duração do caso. Como referência, a diária de campo fica entre R$ 550 e R$ 950. Você vê como esse preço se compõe em quanto custa um detetive particular.
A conta da sua empresa sai do que precisa ser confirmado, e isso se acerta logo no primeiro contato. Mande uma mensagem pelo WhatsApp contando a situação: a Rubi responde em particular e diz que caminho a apuração pode seguir. Nenhum caso e nenhuma empresa são confirmados a terceiros.
Perguntas frequentes
É legal investigar um funcionário?
Sim. O que decide a legalidade é o método, não o fato de a empresa contratar a apuração. Observar o que está à vista de todos e consultar o que é público cabe; entrar na vida privada da pessoa não cabe.
O relatório serve para processo?
Pode servir, mas quem decide se ele entra num processo, e de que forma, é o advogado da empresa. A apuração não dá orientação jurídica: entrega o fato registrado para ele avaliar.
O funcionário fica sabendo?
A apuração é feita para que não. O acompanhamento é discreto para diminuir a chance de a pessoa perceber que está sendo observada, sem a promessa de que ela nunca vá notar.
Dá para investigar um afastamento médico?
Sim, é uma das situações típicas. O que se verifica é se o que a pessoa faz durante o período bate com o motivo do afastamento, sempre pelo que se vê em lugar público.
Por onde eu começo?
Por uma conversa. Conte o que está levantando a suspeita, e juntos se define o que precisa ser confirmado. Se quiser conhecer as outras frentes antes, veja os serviços de investigação. O atendimento tem base em Osasco e na região oeste, e cobre a capital e a Grande São Paulo.
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