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Investigação para empresas

Investigação trabalhista

Quando a conduta de um funcionário levanta dúvida, a empresa precisa de fato antes de decidir, apurado dentro do que a lei permite.

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A investigação trabalhista serve para a empresa saber se a conduta de um funcionário é mesmo o que parece. O trabalho confirma ou descarta a suspeita e registra o que foi visto de um jeito que ajude a decidir, sem expor ninguém por engano.

A empresa fica entre dois riscos: agir sem prova pode deixá-la exposta, e não agir deixa o problema seguir. A apuração tira a decisão do achismo, e é conduzida pela investigadora Rubi Pais, com mais de dez anos de trabalho na investigação particular.

Quando a empresa contrata

A apuração vale para funcionário, prestador ou terceiro ligado à empresa. As situações mais comuns são estas:

Quando a suspeita é de assédio dentro da empresa, o caminho próprio é a investigação de assédio. Para questões que vão além da conduta de uma pessoa, veja a investigação empresarial.

Como a apuração é feita

Tudo começa com uma conversa com quem contrata. Nela se define o que precisa ser confirmado, porque uma suspeita vaga não vira prova útil.

No trabalho de detetive trabalhista, a Rubi segue por estas frentes, conforme o caso pede:

O que fica de fora

A apuração respeita a CLT, a LGPD e a privacidade do funcionário. Isso não é detalhe: prova obtida de forma irregular pode ser anulada e acabar virando um problema para a própria empresa.

Por isso, alguns pedidos não são aceitos:

Se alguém oferece qualquer uma dessas coisas, desconfie. Ficar dentro da lei é o que protege quem contrata.

O que a empresa recebe

Ao fim do trabalho, a empresa recebe um relatório com o que foi observado: data, hora, local, fotos e vídeos feitos em lugar público. O material vem organizado para a empresa decidir e, se for o caso, levar ao advogado dela.

Com esse registro em mãos, a empresa pode tomar uma decisão interna, como advertência, desligamento ou mudança de acesso, ou seguir para um processo com o seu advogado. A forma de cada decisão é com ele.

Quanto custa

O valor se forma conforme o escopo e a duração do caso. Como referência, a diária de campo fica entre R$ 550 e R$ 950. Você vê como esse preço se compõe em quanto custa um detetive particular.

A conta da sua empresa sai do que precisa ser confirmado, e isso se acerta logo no primeiro contato. Mande uma mensagem pelo WhatsApp contando a situação: a Rubi responde em particular e diz que caminho a apuração pode seguir. Nenhum caso e nenhuma empresa são confirmados a terceiros.

Perguntas frequentes

É legal investigar um funcionário?

Sim. O que decide a legalidade é o método, não o fato de a empresa contratar a apuração. Observar o que está à vista de todos e consultar o que é público cabe; entrar na vida privada da pessoa não cabe.

O relatório serve para processo?

Pode servir, mas quem decide se ele entra num processo, e de que forma, é o advogado da empresa. A apuração não dá orientação jurídica: entrega o fato registrado para ele avaliar.

O funcionário fica sabendo?

A apuração é feita para que não. O acompanhamento é discreto para diminuir a chance de a pessoa perceber que está sendo observada, sem a promessa de que ela nunca vá notar.

Dá para investigar um afastamento médico?

Sim, é uma das situações típicas. O que se verifica é se o que a pessoa faz durante o período bate com o motivo do afastamento, sempre pelo que se vê em lugar público.

Por onde eu começo?

Por uma conversa. Conte o que está levantando a suspeita, e juntos se define o que precisa ser confirmado. Se quiser conhecer as outras frentes antes, veja os serviços de investigação. O atendimento tem base em Osasco e na região oeste, e cobre a capital e a Grande São Paulo.

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Conte o seu caso em sigilo

O primeiro contato é reservado e não custa nada. A Rubi ouve o seu caso e explica o que é possível fazer.

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