A localização de pessoas feita por um detetive usa o que você já sabe, um nome, uma foto, um último endereço, para buscar o paradeiro atual; quando ele aparece, é confirmado em campo e registrado em relatório. Se você já procurou do jeito comum e não achou, é desse ponto que a investigação começa. Quem conduz é a investigadora Rubi Pais, com mais de dez anos de trabalho, a partir de Osasco e da região oeste, atendendo também a capital e a Grande São Paulo. Quando a busca é por alguém da família, ser atendido por uma investigadora mulher costuma contar.
Quem você pode estar procurando
- Um familiar ou amigo que sumiu, por fuga, crise emocional ou problema de saúde.
- Um devedor que desapareceu para não pagar. Quando, além da pessoa, você precisa saber do patrimônio, o caminho é a busca de bens do devedor.
- Um antigo contato ou parente perdido, alguém com quem o laço se rompeu e que você quer reencontrar.
- Quem aplicou um golpe ou uma fraude contra você ou contra a sua empresa.
Se o que falta é confirmar um endereço, e não reencontrar alguém, o serviço é a localização de endereços. Se a questão de família vai além do paradeiro, o serviço é a investigação familiar.
O que você precisa trazer
Não é preciso chegar com muito. Cada um destes pedaços ajuda:
- nome completo e apelidos;
- fotos recentes;
- os últimos endereços conhecidos;
- telefones e e-mails;
- perfis em rede social;
- lugares que a pessoa frequentava e hábitos que você conhece.
Se você só tem parte disso, traga a parte. É com ela que o trabalho se organiza.
Como funciona a busca
Na prática, o que um detetive para encontrar pessoas faz é combinar quatro frentes, usadas conforme o caso pede:
- análise de registro público;
- pesquisa no que está aberto nas redes sociais;
- conversa com pessoas próximas, quando faz sentido;
- trabalho de campo para confirmar o paradeiro.
A última frente é a que transforma uma pista em resposta. O paradeiro só é dado como encontrado depois de confirmado, e você recebe um relatório com onde a pessoa está hoje e como isso foi confirmado. Esse material serve tanto a uma decisão pessoal quanto a um processo.
Quando a polícia vem antes
Se a pessoa sumiu e há risco, ou suspeita de crime, o primeiro passo é a polícia. Registrar o desaparecimento não depende de prazo. A investigação particular não substitui esse registro, mas pode caminhar junto com ele.
O que não é feito
Algumas formas de achar alguém estão fora da lei e, por isso, ficam fora do trabalho: rastrear celular de alguém, acessar conta ou sistema de terceiro, obter dado sigiloso de forma irregular. Se alguém oferecer isso a você, desconfie.
O trabalho localiza; o que se faz com o paradeiro respeita a lei e a pessoa encontrada, inclusive quando ela não queria ser achada.
Quanto custa localizar uma pessoa
Como referência, a diária de investigação fica entre R$ 550 e R$ 950. O valor do seu caso só sai depois da primeira conversa, quando a Rubi conhece o ponto em que você está. Os fatores que formam esse preço estão explicados em quanto custa um detetive particular.
Para começar, conte o caso numa conversa reservada pelo WhatsApp. Nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros.
Perguntas frequentes
É legal contratar um detetive para localizar alguém?
Sim. A busca usa registro público, o que está aberto nas redes, conversa com pessoas próximas e trabalho de campo, tudo dentro da lei. O que a lei não permite não entra no trabalho.
Quanto eu preciso saber da pessoa?
Não há um mínimo fixo: nenhum dado é obrigatório sozinho. Quanto mais pedaços você reunir, mais caminhos a busca tem para seguir.
A pessoa fica sabendo que está sendo procurada?
O trabalho é conduzido com discrição, e nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros.
O relatório vale na Justiça?
Vale, quando a busca foi lícita e está documentada. O relatório traz o paradeiro atual e como ele foi confirmado, e é isso que permite usá-lo em processo.
Por onde eu começo?
Leve o que você já reuniu, mesmo incompleto, para a primeira conversa. É nela que o caso é avaliado e que o valor sai.
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