Rubi Pais — Investigação Particular Rubi Pais Investigação Particular WhatsApp
Localização de pessoas

Localização de Pessoas

Devedores, parentes, contatos antigos, alguém que sumiu ou saiu da cidade: a investigadora Rubi Pais procura quem você precisa achar, com discrição e dentro da lei.

Falar com a Rubi

A localização de pessoas feita por um detetive usa o que você já sabe, um nome, uma foto, um último endereço, para buscar o paradeiro atual; quando ele aparece, é confirmado em campo e registrado em relatório. Se você já procurou do jeito comum e não achou, é desse ponto que a investigação começa. Quem conduz é a investigadora Rubi Pais, com mais de dez anos de trabalho, a partir de Osasco e da região oeste, atendendo também a capital e a Grande São Paulo. Quando a busca é por alguém da família, ser atendido por uma investigadora mulher costuma contar.

Quem você pode estar procurando

Se o que falta é confirmar um endereço, e não reencontrar alguém, o serviço é a localização de endereços. Se a questão de família vai além do paradeiro, o serviço é a investigação familiar.

O que você precisa trazer

Não é preciso chegar com muito. Cada um destes pedaços ajuda:

Se você só tem parte disso, traga a parte. É com ela que o trabalho se organiza.

Como funciona a busca

Na prática, o que um detetive para encontrar pessoas faz é combinar quatro frentes, usadas conforme o caso pede:

A última frente é a que transforma uma pista em resposta. O paradeiro só é dado como encontrado depois de confirmado, e você recebe um relatório com onde a pessoa está hoje e como isso foi confirmado. Esse material serve tanto a uma decisão pessoal quanto a um processo.

Quando a polícia vem antes

Se a pessoa sumiu e há risco, ou suspeita de crime, o primeiro passo é a polícia. Registrar o desaparecimento não depende de prazo. A investigação particular não substitui esse registro, mas pode caminhar junto com ele.

O que não é feito

Algumas formas de achar alguém estão fora da lei e, por isso, ficam fora do trabalho: rastrear celular de alguém, acessar conta ou sistema de terceiro, obter dado sigiloso de forma irregular. Se alguém oferecer isso a você, desconfie.

O trabalho localiza; o que se faz com o paradeiro respeita a lei e a pessoa encontrada, inclusive quando ela não queria ser achada.

Quanto custa localizar uma pessoa

Como referência, a diária de investigação fica entre R$ 550 e R$ 950. O valor do seu caso só sai depois da primeira conversa, quando a Rubi conhece o ponto em que você está. Os fatores que formam esse preço estão explicados em quanto custa um detetive particular.

Para começar, conte o caso numa conversa reservada pelo WhatsApp. Nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros.

Perguntas frequentes

É legal contratar um detetive para localizar alguém?

Sim. A busca usa registro público, o que está aberto nas redes, conversa com pessoas próximas e trabalho de campo, tudo dentro da lei. O que a lei não permite não entra no trabalho.

Quanto eu preciso saber da pessoa?

Não há um mínimo fixo: nenhum dado é obrigatório sozinho. Quanto mais pedaços você reunir, mais caminhos a busca tem para seguir.

A pessoa fica sabendo que está sendo procurada?

O trabalho é conduzido com discrição, e nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros.

O relatório vale na Justiça?

Vale, quando a busca foi lícita e está documentada. O relatório traz o paradeiro atual e como ele foi confirmado, e é isso que permite usá-lo em processo.

Por onde eu começo?

Leve o que você já reuniu, mesmo incompleto, para a primeira conversa. É nela que o caso é avaliado e que o valor sai.

—

Conte o seu caso em sigilo

O primeiro contato é reservado e não custa nada. A Rubi ouve o seu caso e explica o que é possível fazer.

Falar no WhatsApp
Falar com a Rubi