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Prova digital

Investigação de e-mails

Um e-mail que preocupa traz três perguntas: de onde veio, se é verdadeiro e se dá para provar. Em muitos casos a análise técnica chega a essas respostas, sempre dentro do que a lei permite.

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A investigação de e-mails consegue, em muitos casos, apontar de onde uma mensagem saiu, dizer se o remetente foi forjado e, quando tecnicamente viável, trazer de volta mensagens e anexos apagados. O que ela encontra vale como prova quando a coleta é feita do jeito certo e o material fica preservado.

O trabalho é conduzido pela investigadora Rubi Pais, há mais de dez anos na investigação particular. A análise é executada por uma equipe que trabalha com ela, e o contato do começo ao fim é com a Rubi. A base é Osasco e a região oeste da Grande São Paulo, com atendimento também na capital e nas demais cidades da Grande SP.

Quando faz sentido investigar um e-mail

Quase sempre alguém chega com uma mensagem específica na mão. As situações mais comuns são estas:

O que o trabalho faz

Todo e-mail carrega, além do texto, um registro técnico do caminho que percorreu. É daí que a análise parte.

O que a lei permite e o que não é feito

Ser um e-mail seu ou da sua empresa, ou de outra pessoa, é o que decide o que pode ser analisado.

Dentro da lei, com base na LGPD e no Marco Civil da Internet, é possível:

Acessar o e-mail privado de outra pessoa sem autorização, interceptar comunicação alheia ou usar dado obtido de forma ilegal não é feito. Se a mensagem é sua ou da sua empresa, ela pode ser analisada. Se é de outra pessoa, não. Qualquer oferta que passe desse limite merece cautela.

Prova preservada e uso em processo

O objetivo não é só descobrir, é poder mostrar. Por isso a evidência é coletada com técnica e preservada com cadeia de custódia, o registro que garante que o material não foi alterado entre a coleta e a entrega.

Coletada e preservada desse jeito, a prova digital pode ser usada em processo, seja numa disputa judicial, trabalhista ou numa questão interna da empresa.

Quanto custa

Como referência, a diária de investigação fica entre R$ 550 e R$ 950. A análise técnica de um e-mail é orçada depois da primeira conversa, porque depende do que precisa ser examinado. A página sobre quanto custa um detetive particular explica como esse valor se forma.

A conversa com a Rubi é reservada e acontece pelo WhatsApp. Você mostra a mensagem que recebeu e sai sabendo o que a análise pode fazer com ela.

Perguntas frequentes

Investigar um e-mail é legal?

Sim, quando o e-mail é seu, quando é da sua empresa e há política interna clara sobre o uso, ou quando existe ordem judicial.

Dá para descobrir quem mandou uma mensagem anônima?

Muitas vezes, sim. Mesmo quando o remetente esconde quem é, o registro técnico da mensagem pode mostrar de onde ela realmente saiu. Nem todo caso chega a um nome, e isso fica claro desde a conversa.

É possível recuperar e-mails apagados?

Com frequência, sim, desde que ainda seja tecnicamente viável.

A prova de um e-mail vale na Justiça?

Vale quando a evidência é coletada corretamente e preservada tecnicamente, com cadeia de custódia.

Por onde eu começo?

Pela primeira conversa com a Rubi, pelo WhatsApp. É nela que se entende de quem é o e-mail, o que a análise pode fazer e quanto custa. Nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros.

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Conte o seu caso em sigilo

O primeiro contato é reservado e não custa nada. A Rubi ouve o seu caso e explica o que é possível fazer.

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