Uma investigação de pensão alimentícia apura a situação financeira real de quem paga ou de quem recebe a pensão. Rubi Pais, investigadora particular há mais de dez anos, conduz esse levantamento a partir de Osasco e da região oeste da Grande São Paulo, atendendo também a capital e a Grande SP. O material serve para pedir revisão, exoneração ou readequação do valor, para negociar um acordo fora da Justiça, ou para orientar o seu advogado de família com fato, não com suspeita.
Quando faz sentido investigar
Alguns sinais indicam que vale a pena contratar um detetive para pensão alimentícia antes de levar o caso adiante:
- Indício de renda não declarada.
- Patrimônio que não aparece no processo.
- Mudança no padrão de vida.
- Informação que não bate com a que foi apresentada no processo.
O que a investigação levanta
O trabalho documenta o que a suspeita não consegue mostrar sozinha: renda que não foi declarada, trabalho informal, patrimônio escondido ou registrado em nome de outra pessoa, e um modo de viver que não fecha com o que foi dito em juízo. Reunido e datado, esse conjunto mostra a distância entre o que a pessoa diz ganhar e o que ela efetivamente tem ou gasta.
Como funciona
A investigação segue quatro etapas:
- Conversa inicial. Você traz os dados básicos de quem será investigado, o histórico
profissional, os vínculos e os indícios que já tem.
- Levantamento financeiro e patrimonial. A partir do que você trouxe, a investigadora procura
sinais de renda informal, bens e empresas em nome de terceiros, e observa como a pessoa vive.
- Acompanhamento discreto, quando faz sentido, para comprovar atividade profissional não
declarada ou mudança de estilo de vida.
- Relatório técnico, com registros objetivos e as provas reunidas, pronto para o seu advogado.
O que a lei não permite
Um detetive particular não invade dispositivo, não acessa conta bancária nem rede social privada, e não obtém dado de forma irregular. Quebra de sigilo bancário só existe por ordem judicial, não por iniciativa do investigador. É essa linha que separa a prova que vale da prova que não vale: o que foi obtido de forma irregular é nulo.
A prova obtida de forma lícita e documentada é a que pode ser usada no processo e entregue ao seu advogado.
O relatório e o advogado
O relatório vai para o seu advogado de família, que o usa para fundamentar o pedido de revisão, exoneração ou readequação do valor. A prova sustenta o pedido; quem decide é o juiz. O mesmo material orienta a estratégia do advogado e serve de base para um acordo extrajudicial, sem chegar à Justiça.
Quanto custa
A diária de investigação fica entre R$ 550 e R$ 950, como referência. O valor do seu caso só fica exato depois da primeira conversa. Veja como esse preço se forma em quanto custa um detetive particular.
Conte o que você já sabe e o que desconfia em uma conversa reservada. Nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros. A Rubi ouve o caso antes de falar em valor, e o restante você combina direto com ela.
Perguntas frequentes
É legal contratar um detetive para investigar pensão alimentícia?
Sim. A investigação é conduzida dentro da lei, com provas obtidas por meio lícito. O que a lei não permite, como invadir dispositivo ou acessar conta bancária e rede social privada, não é feito, porque isso anula a prova.
A prova vale na Justiça?
Vale, quando é obtida de forma lícita e documentada. Ela fundamenta o pedido; a decisão final sobre o valor da pensão é do juiz.
O detetive acessa conta bancária ou rede social privada?
Não. Quebra de sigilo bancário só existe por ordem judicial, nunca por iniciativa do investigador. O levantamento é feito por meios lícitos.
O serviço vale para quem paga a pensão e para quem recebe?
Vale para os dois lados. Nos dois casos, o motivo é o mesmo: desconfiar que a outra parte esconde renda ou patrimônio e ter isso levantado e documentado.
Por onde eu começo?
Por uma conversa reservada, pelo WhatsApp. Você traz os dados básicos, o histórico e os indícios que já tem, e a Rubi Pais explica o que dá para levantar no seu caso.
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