Rubi Pais — Investigação Particular Rubi Pais Investigação Particular WhatsApp
Perícia técnica particular

Análise forense digital

Perícia em celular, computador e contas conduzida pela investigadora Rubi Pais, com equipe técnica e estrutura de laboratório, em Osasco, na capital e na Grande São Paulo.

Falar com a Rubi

Em muitos casos dá para recuperar o que foi apagado de um celular, de um computador ou de uma conta, mostrar de onde partiu um acesso e identificar quem escreveu uma mensagem: é esse o trabalho da análise forense digital. O que faz o resultado valer como prova é o método: uma cópia exata do aparelho feita sem alterar o original, o registro de cada passo dado com ela e a autorização de quem é dono do dispositivo ou uma ordem judicial.

Ninguém sério promete recuperar tudo. O que volta depende do tempo que passou, do aparelho e do quanto foi gravado por cima do dado apagado. Abaixo você vê quando a perícia é indicada, como ela é feita e o que precisa acontecer para a prova ser aceita.

Quando a perícia digital é indicada

Ela serve quando existe uma pergunta que só o aparelho ou a conta podem responder. As situações mais comuns:

Se a sua dúvida está concentrada num telefone, a investigação de celular trata do aparelho de perto. Quando o problema está numa caixa de correio, a investigação de e-mails cuida de mensagens e remetentes. Golpes e ataques pela internet são o assunto da investigação cibernética, e o panorama do trabalho em ambiente digital está em investigação digital.

Como funciona a perícia, em três etapas

Quem conduz o caso é a investigadora Rubi Pais, que tem mais de dez anos de experiência em investigação. Ela faz o trabalho de detetive forense do começo ao fim: acompanha cada etapa e é com ela que você conversa. A perícia técnica em si é executada por uma equipe técnica que trabalha com ela, com estrutura de laboratório.

1. Aquisição e preservação. O primeiro passo é a imagem forense do dispositivo: uma cópia completa, feita com software específico, que permite trabalhar sem tocar no original. Tudo fica registrado na cadeia de custódia, o documento que mostra quem teve acesso à prova, quando e como, para que ninguém possa alegar depois que ela foi alterada.

2. Análise técnica. Sobre a cópia, a equipe examina as transferências feitas, os registros de quem acessou o quê, as páginas visitadas, os arquivos escondidos e as conversas que alguém apagou, além das técnicas usadas para ocultar informação. Os metadados são os dados que o próprio arquivo guarda sobre si: data de criação e de edição, autor, equipamento e localização. O rastreamento de endereço IP ajuda a mostrar de onde partiu um acesso. A investigação de malware entra quando há suspeita de programa malicioso no aparelho. As ferramentas são softwares conhecidos de perícia: Autopsy, EnCase, FTK, Oxygen Forensics e Wireshark.

Parte do trabalho também acontece em fontes abertas, o que se chama OSINT: cruzar informação pública de perfis e redes para encontrar padrões, contradições e perfis que pertencem à mesma pessoa.

3. Relatório técnico forense. O resultado é um relatório com as evidências encontradas, a explicação técnica de como foram obtidas e a cronologia dos fatos. Ele serve a um processo, a uma investigação interna ou a uma decisão que você precisa tomar.

O que dá para recuperar em cada tipo de aparelho

Um dado apagado não desaparece na hora. Ele só se perde de vez quando alguma coisa nova é gravada por cima do espaço que ocupava. Por isso o que volta muda de uma mídia para outra:

Primeiro cuidado: deixe o aparelho como está

Se você está pensando em pedir uma perícia, o cuidado mais importante é também o mais simples: não grave nada novo no aparelho. Cada arquivo novo pode ocupar justamente o espaço onde estava o que foi apagado, e o que é gravado por cima não volta mais. Deixe o aparelho como está até conversar sobre o caso.

O que a lei exige e o que não é feito

A perícia digital é legal no Brasil quando respeita o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Para a prova valer, o dado precisa ter sido obtido com autorização do dono do dispositivo ou por ordem judicial.

Fora dessas condições não há perícia: entrar em aparelho ou conta sem consentimento vai contra essas regras e invalida a prova. Por isso não é feito aqui, e você deve desconfiar de quem oferece.

O que a Rubi oferece é perícia técnica particular; perito judicial é quem o juiz nomeia dentro de um processo.

Quanto custa uma perícia digital

Como referência publicada, a diária de investigação fica entre R$ 550 e R$ 950. A perícia técnica do aparelho é um trabalho à parte, orçado depois da primeira conversa, com o caso já conhecido. Como esses valores se formam está explicado em quanto custa um detetive particular.

O primeiro passo é uma conversa reservada pelo WhatsApp com a Rubi, para ela entender o que está no aparelho e dizer com franqueza se a perícia faz sentido para o seu caso.

Perguntas frequentes

A análise forense digital vale na Justiça?

Vale quando o método é respeitado: imagem forense feita sem alterar o original, cadeia de custódia documentada e dado obtido com autorização do dono do dispositivo ou por ordem judicial. Nessas condições, o relatório pode ser usado em processo judicial ou administrativo.

Dá para recuperar mensagem apagada?

Em muitos casos, sim. Depende do tempo que passou, do dispositivo e do quanto foi gravado por cima da mensagem. Por isso ninguém consegue dizer o que volta antes de examinar o aparelho.

A perícia invade a privacidade de alguém?

Não. O trabalho só usa dado obtido com autorização de quem é dono do dispositivo ou por ordem judicial, dentro do Marco Civil da Internet e da LGPD. Acesso a aparelho ou conta de outra pessoa sem essa autorização não é feito.

Serve para empresa?

Sim. Espionagem industrial, vazamento de informação e uso indevido de sistema estão entre os casos em que a perícia é indicada, e o relatório pode servir a uma investigação interna ou a um processo.

Por onde eu começo?

Pelo cuidado com o aparelho: não grave nada novo nele. Com o aparelho preservado, o caso é contado à Rubi, que conduz a conversa inicial e o orçamento da perícia. O sigilo vale desde esse primeiro contato: nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros. Se a sua dúvida não for digital, em serviços de investigação você encontra as outras frentes de trabalho da Rubi.

—

Conte o seu caso em sigilo

O primeiro contato é reservado e não custa nada. A Rubi ouve o seu caso e explica o que é possível fazer.

Falar no WhatsApp
Falar com a Rubi