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Dívida e execução

Busca de bens do devedor

Você ganhou no papel e o devedor diz que não tem nada. A Rubi verifica se isso é verdade e entrega ao seu advogado, documentado, o que o levantamento apurou.

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A busca de bens do devedor procura imóvel, veículo, participação em empresa e aplicação em nome de quem deve a você, e também o que foi passado para outra pessoa para escapar da penhora. O resultado é um relatório que documenta o que foi pesquisado, o que apareceu e de onde veio cada informação, para o seu advogado usar no processo.

Quem conduz é a investigadora Rubi Pais, com mais de dez anos de trabalho, a partir de Osasco e da região oeste, atendendo também a capital e toda a Grande São Paulo.

Quando a busca faz sentido

Ela serve a quem tem um crédito e não consegue receber porque o devedor, pessoa ou empresa, afirma não ter nada. As situações mais comuns são quatro:

O que pode ser encontrado

O levantamento olha para o que o devedor tem de fato, e não para o que ele declara:

É comum o devedor registrar o bem em nome de um parente ou de um “laranja”. Por isso, localizar bens do devedor raramente se resume ao nome dele: o trabalho pode mostrar o vínculo entre quem deve e quem aparece como dono no registro.

Como funciona

O trabalho segue quatro etapas:

  1. Conversa. Você conta o caso e o que já se sabe sobre o devedor.
  2. Levantamento. Pesquisa em registro público de imóvel, veículo e empresa, e em base autorizada.
  3. Cruzamento. Os dados são comparados entre si para achar vínculos e nomes de terceiros.
  4. Relatório. Tudo documentado, no formato que o advogado precisa para usar.

Onde o detetive para e a Justiça entra

Conta bancária e aplicação só se alcançam por ordem judicial. Nenhum detetive tem acesso a conta de ninguém, e quem oferece isso sem juiz está oferecendo o que não pode entregar dentro da lei.

O que o levantamento entrega é o caminho e os indícios para o seu advogado fazer o pedido ao juízo. O que fazer no processo com esse material é decisão dele. O advogado recebe o que foi apurado, de onde veio cada informação e o que ainda depende do juiz.

Quanto custa

Como referência, a diária de investigação fica entre R$ 550 e R$ 950. O valor do seu caso sai depois da primeira conversa, quando dá para saber o que já se tem e o que falta levantar. Como esse preço se forma está explicado em quanto custa um detetive particular.

Para contar o seu caso, a conversa é reservada, pelo WhatsApp. Nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros.

Perguntas frequentes

É legal contratar esse levantamento?

Sim. A pesquisa usa registro público e base autorizada, e o material vale em processo quando o levantamento é lícito e documentado.

Dá para achar bem que está em nome de outra pessoa?

Dá. O cruzamento dos registros é justamente o que pode revelar a ligação entre o devedor e o parente ou “laranja” que aparece como dono.

O detetive acessa a conta bancária do devedor?

Não. Conta bancária e aplicação só se alcançam por ordem judicial. O relatório indica o caminho para o advogado pedir.

Serve contra empresa?

Serve. O levantamento cobre o patrimônio da empresa que não paga, os sócios e os vínculos entre eles.

Por onde eu começo?

Pela conversa em que você conta o caso e o que já sabe do devedor. É dela que sai o plano do levantamento e o valor. Se o que falta é saber onde a pessoa está, e não o que ela tem, o serviço é a localização de endereços.

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Conte o seu caso em sigilo

O primeiro contato é reservado e não custa nada. A Rubi ouve o seu caso e explica o que é possível fazer.

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