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Investigação conjugal

Investigação Conjugal e Infidelidade

Quando a suspeita já dura semanas, ela cobra um preço alto. Você dorme mal, relê mensagens, procura sentido em cada atraso. A investigação conjugal existe para encerrar esse ciclo com uma coisa só: fato. No lugar da dúvida que consome, um retrato claro do que está acontecendo, reunido com discrição e dentro da lei.

Conversar em sigilo com a Rubi

O que você recebe no fim: o dossiê

Contratar um detetive conjugal termina em uma coisa concreta na sua mão: um dossiê do que foi apurado. É por ele que você deve avaliar qualquer proposta, porque é ele que fica com você depois que a investigação acaba. O dossiê reúne:

  • as fotos dos encontros registrados, com data e local;
  • os vídeos feitos em campo;
  • a descrição do que foi observado, na ordem em que aconteceu.

O material chega organizado, e não em relatos soltos enviados aos poucos. Essa diferença importa por dois motivos: você consegue ler tudo de uma vez, sem remontar a história, e o mesmo conjunto serve se depois você decidir levar o caso adiante.

O que a apuração reúne em campo

Uma investigação conjugal não é uma coisa só. São frentes distintas, e o seu caso normalmente precisa de uma ou duas delas, não de todas:

  • Acompanhamento de rotina. Para onde a pessoa vai, com quem se encontra, quanto tempo fica. É o que responde à pergunta mais comum de quem suspeita: onde ele realmente está nas horas que não fecham. Se quiser ver como a rotina do investigado revela o que está acontecendo, esse é o ponto de partida.
  • Registro de encontros. Foto e vídeo do que acontece, com data e local anotados. Sem registro, o que sobra é a sua palavra contra a dele.
  • Comportamento e vínculos. Quem é a outra pessoa, com que frequência se encontram, desde quando. É a frente que transforma um episódio isolado em um quadro.
  • Rastros públicos em redes sociais. O trabalho de detetive de redes sociais se limita ao que está aberto para qualquer pessoa ver, e é conduzido dentro da lei. O que está público costuma confirmar ou descartar hipóteses antes mesmo do campo.

Por que uma investigadora mulher

Quem conduz a investigação é Rubi Pais, investigadora particular há mais de dez anos, e isso muda o trabalho de campo no caso conjugal. Uma mulher sentada sozinha num café, esperando num salão, treinando numa academia ou circulando numa festa não chama atenção de ninguém. Um homem parado nos mesmos lugares chama. Há ainda contextos femininos em que ela entra com naturalidade e onde um investigador simplesmente não entraria. No caso conjugal, passar despercebida não é um detalhe sobre a profissional: é o que reduz a chance de a pessoa investigada perceber que alguma coisa mudou.

Outro ponto prático: a Rubi conduz cada caso pessoalmente, sem intermediário. Quem ouve a sua história na primeira conversa é a mesma pessoa que vai a campo e entrega o dossiê no fim.

O que a lei permite, e o que não é feito

Antes de procurar um detetive de traição, muita gente trava em duas perguntas ao mesmo tempo: isso é legal, e isso pode se voltar contra mim. Elas têm respostas diferentes.

A profissão é regulamentada pela Lei 13.432/2017. O que é feito: acompanhamento em lugares públicos, registro em foto e vídeo do que acontece à vista, observação de rotina e consulta ao que está publicamente disponível. Reunida assim, de forma lícita, a prova pode instruir uma ação judicial, inclusive divórcio litigioso e disputa de guarda.

O que não é feito: entrar em mensagens privadas, clonar aparelho, quebrar senha ou rastrear o celular de outra pessoa. O que a lei não permite não é feito aqui, e você deve desconfiar de quem oferece.

Se a sua suspeita já dura semanas, contar o caso em uma conversa reservada é o que separa a dúvida do fato. A Rubi ouve a situação e diz o que dá e o que não dá para fazer, antes de qualquer compromisso.

Como começa, do WhatsApp ao dossiê

  1. Você conta o caso em uma conversa reservada pelo WhatsApp. Só o necessário para entender a situação: o que você observou, desde quando, o que já tentou.
  2. A Rubi monta o plano e o orçamento. Ela indica quais frentes de apuração o seu caso pede e quanto tempo isso deve levar. Uma investigação conjugal completa gira em torno de R$ 5.000, conforme o tempo e o tipo de prova. O valor exato do seu caso só sai depois dessa conversa. Se quiser entender antes como esse preço se forma, ou ver especificamente quanto custa uma investigação de traição, os dois estão explicados em detalhe.
  3. A investigação vai a campo. É a etapa em que o acompanhamento e os registros acontecem, no ritmo combinado.
  4. Você recebe o dossiê. Fotos, vídeos e a descrição do que foi apurado, organizados. A partir daí a decisão é sua, com fato na mão.

Em todas essas etapas, sua identidade e o motivo da investigação ficam entre você e a Rubi.

Prazo e alcance

O prazo depende do caso. Alguns se resolvem em poucos dias de campo, quando a rotina da pessoa investigada é previsível; outros pedem mais tempo, porque os encontros são espaçados ou mudam de lugar. A Rubi estima esse tempo já na conversa inicial, com o que você contar, em vez de prometer um prazo fechado antes de conhecer a situação.

O atendimento tem base em Osasco e cobre a região oeste da Grande São Paulo, incluindo Barueri, Carapicuíba, Cotia, Jandira e Itapevi. Quando o caso se move para a capital ou para outra parte da Grande São Paulo, a investigação acompanha. A Rubi também faz parte de uma rede de investigação junto com o detetive Edson Frazão.

Perguntas frequentes

Ele pode perceber que está sendo seguido?

Reduzir esse risco é parte do trabalho de campo. Quem acompanha é uma investigadora mulher, que passa despercebida em lugares como café, salão, academia e festa, onde um homem parado chamaria atenção, e que entra com naturalidade em contextos femininos. O acompanhamento se limita ao que acontece em lugares públicos, sem qualquer contato com a pessoa investigada e sem mexer em aparelho ou conta dela.

Ele vai saber que fui eu que contratei?

Não. Sua identidade e o motivo da investigação ficam entre você e a Rubi, em todas as etapas, da primeira conversa à entrega do dossiê.

As fotos e os vídeos servem em um processo de divórcio ou de guarda?

Sim, quando a prova é reunida de forma lícita. A profissão é regulamentada pela Lei 13.432/2017, e o material apurado dentro da lei pode instruir ação judicial, inclusive divórcio litigioso e disputa de guarda. É um dos motivos de o dossiê chegar organizado, com data e local nos registros, e não em relatos soltos.

Vocês entram no celular ou nas mensagens dele?

Não. Mensagem privada, clonagem de aparelho, quebra de senha e rastreamento do celular de outra pessoa estão fora do que a lei permite, e o que a lei não permite não é feito. Desconfie de quem oferece isso.

Quanto custa uma investigação conjugal?

Uma investigação conjugal completa gira em torno de R$ 5.000, conforme o tempo e o tipo de prova que o caso exige. O valor exato do seu caso só fica definido depois da primeira conversa, quando a Rubi entende o que precisa ser apurado.

Quanto tempo leva a investigação?

Depende do caso. Alguns se resolvem em poucos dias de campo, outros pedem mais tempo, conforme a rotina da pessoa investigada. A Rubi estima esse prazo na conversa inicial, a partir do que você contar.

Dê o primeiro passo para sair da dúvida

Se a suspeita já tirou seu sono, o próximo passo é uma conversa reservada, sem compromisso. A Rubi ouve o seu caso, explica o que é possível e conduz tudo com o sigilo que o assunto exige.

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