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Investigação de infidelidade

Provas de infidelidade: o que dá para reunir dentro da lei

Você desconfia, mas não sabe o que dá para apresentar. Veja que tipo de prova um detetive consegue reunir, e como o trabalho é conduzido de forma discreta até chegar a você.

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As provas de infidelidade que um detetive particular reúne vêm de acompanhamento de rotina, registro fotográfico em lugar público e análise do que já é público nas redes sociais, tudo documentado e organizado para confirmar ou descartar a suspeita, seja para você decidir, seja para levar a um processo. Quem conduz esse trabalho é Rubi Pais, investigadora mulher com mais de dez anos na investigação particular, atendendo Osasco, a região oeste da Grande São Paulo e a capital.

Quando faz sentido considerar uma investigação

Alguns sinais costumam vir antes da decisão de procurar um detetive:

Quando o que você busca vai além de reunir uma prova pontual, veja como funciona uma investigação conjugal completa.

O que a investigação reúne

O trabalho é montado em cima do que acontece em lugar público ou já é público:

Todo esse trabalho é conduzido para não gerar mudança de comportamento em quem está sendo observado.

O que a lei permite e o que não é feito

A lei permite observar e registrar o que acontece em lugar público, analisar o que já é público nas redes sociais e contratar um detetive particular para isso. O que a lei não permite não é feito: nada de invadir uma conta, entrar no celular ou no computador de alguém sem autorização, gravar em ambiente privado, ou forjar e manipular prova. Só a prova de traição reunida dessa forma, lícita e documentada, sustenta alguma coisa depois.

O relatório e o uso em processo

O que chega até você é um relatório sigiloso, com fotos, datas, horários e a descrição do que foi observado, pronto para levar ao seu advogado. Prova reunida de forma lícita e documentada pode ser usada em processo; conteúdo público, ou o que a própria pessoa investigada enviou diretamente a você, também pode entrar como prova. O sigilo vale para o relatório e para tudo em volta dele: nenhum caso, cliente ou detalhe é confirmado a terceiros.

Quanto custa

O valor varia conforme o caso: a diária de investigação fica entre R$ 550 e R$ 950, e uma investigação conjugal completa gira em torno de R$ 5.000, conforme a complexidade e o tempo que o caso exigir. O número exato do seu caso só sai depois de uma primeira conversa; veja como esse preço se forma em quanto custa um detetive particular.

Se a suspeita já dura o bastante para você querer prova, fale com a Rubi em uma conversa reservada pelo WhatsApp. O que você disser ali fica ali.

Perguntas sobre provas de infidelidade

Uma prova de infidelidade reunida assim vale em processo?

Sim, desde que tenha sido reunida dentro da lei e esteja documentada. Isso inclui o que foi observado em lugar público e o que já é público nas redes sociais.

A pessoa investigada percebe que está sendo observada?

Não. O trabalho é conduzido para não gerar mudança de comportamento em quem está sendo observado.

Uma mensagem ou postagem nas redes sociais vale como prova?

Vale quando é conteúdo público ou quando foi enviado diretamente a você pelo seu parceiro. É um dos pontos do levantamento sobre o que já está nas redes.

Uma foto tirada em lugar público vale como prova?

Sim. Registrar encontros e aproximação em lugar público é permitido, e é justamente esse tipo de registro que compõe o relatório.

Por onde eu começo?

Por uma conversa reservada pelo WhatsApp, em que você conta o que está acontecendo e a Rubi explica o que dá para fazer. É a mesma porta de entrada dos outros serviços de investigação.

Conte o seu caso em sigilo

O primeiro contato é reservado e não custa nada. A Rubi ouve o seu caso e explica o que é possível fazer.

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