A investigação familiar apura, com sigilo e dentro da lei, a conduta de uma pessoa próxima da família: uma babá, um cuidador, um padrasto ou madrasta, um ex-cônjuge ou um filho adolescente. Ela serve para quem já percebeu algo fora do comum e ainda não sabe nomear o problema, mas precisa de fato antes de agir. Tudo começa por uma conversa reservada com Rubi Pais, investigadora com mais de dez anos de experiência. Ela é mulher, atende a partir de Osasco e da região oeste da Grande São Paulo, e cobre a capital e o restante da Grande SP. O resultado tanto pode confirmar a suspeita quanto afastá-la e devolver a convivência ao normal.
Situações mais comuns
Babá ou cuidador com atitude suspeita ou negligente com uma criança ou um idoso: quando há negligência ou agressão, o caso segue para a investigação de maus-tratos.
Padrasto ou madrasta com comportamento agressivo, manipulador ou abusivo dentro de casa: o caminho é o mesmo, a investigação de maus-tratos.
Cuidador de idoso com abuso físico, abuso financeiro ou negligência: também é caso de investigação de maus-tratos.
Filho adolescente com mudança brusca de comportamento, más companhias ou sinal de vício tem página própria: a investigação de adolescente.
Ex-cônjuge que usa os filhos para manipular a relação, esconde renda ou descumpre o que foi acordado é o caso da investigação de pensão alimentícia.
Idoso com sinal de doença como Alzheimer ou demência precisa de acompanhamento confiável. Nesse caso, a família fica sabendo se quem cuida dele faz o que foi combinado e o trata como deve; a investigação não avalia a doença, isso é assunto médico.
Quando a dúvida não é sobre alguém da família, mas sobre o parceiro ou parceira, o caminho é outro: a investigação conjugal.
Como funciona
O trabalho segue quatro passos:
- Conversa reservada para entender a situação.
- Plano de investigação dentro da lei.
- Observação e coleta de informação por método profissional.
- Relatório para a família decidir.
Não há avaliação pronta antes da conversa: o plano se ajusta ao caso, não o contrário.
O que não é feito
A lei define limites claros para qualquer investigação particular. Não entram no trabalho: invasão de dispositivo, gravação em ambiente privado ou acesso a conta alheia. O limite legal é o limite do trabalho: o que está fora dele fica fora do plano.
Quanto custa
A diária de investigação fica entre R$ 550 e R$ 950. Como esse valor se forma e o que pode mudá-lo está explicado em quanto custa um detetive particular. Para saber o que vale para o seu caso, a conversa inicial com Rubi Pais é reservada, pelo WhatsApp, e sem compromisso.
Perguntas frequentes
O que é uma investigação familiar?
É uma apuração sigilosa sobre a conduta de alguém próximo da família, feita para confirmar ou descartar uma suspeita antes de uma decisão importante.
É legal investigar alguém da família?
Sim, desde que o trabalho seja conduzido dentro da lei. Invasão de dispositivo, gravação em ambiente privado e acesso a conta alheia ficam de fora.
A pessoa investigada descobre?
A observação é feita por método profissional, pensado para não chamar atenção, e nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros.
Serve para casos de babá ou cuidador?
Sim. É um dos motivos mais comuns para procurar um detetive para família: suspeita de negligência ou agressão por parte de babá ou cuidador segue para a investigação de maus-tratos.
Por onde eu começo?
Por uma conversa reservada com Rubi Pais pelo WhatsApp, para contar a situação e entender o que se aplica ao seu caso.