O monitoramento de atividades online que a Rubi Pais faz acompanha só o que é público ou o que foi autorizado: um perfil aberto, um aparelho que é seu ou da sua empresa, uma comunicação que alguém consentiu mostrar ou que a Justiça liberou. O que fica fora disso não entra no trabalho.
Não se trata de um programa que você instala. É uma análise técnica, feita por uma investigadora, do comportamento, das interações e do rastro que uma pessoa deixa na internet, em contexto familiar, corporativo ou investigativo. Olhar um perfil por conta própria mostra publicações soltas. O trabalho profissional acrescenta método, leitura de padrão e um registro organizado, que pode valer quando você precisar dele.
O que o serviço cobre
O acompanhamento se divide em três frentes, e cada uma tem o seu limite:
- Redes sociais. Perfis, publicações, comentários, interações e seguidores, sempre em perfil aberto ou com autorização. No monitoramento de redes sociais, o que importa não é a lista do que foi postado, e sim o padrão de comportamento que aparece quando tudo é lido junto.
- Atividade e localização em dispositivo próprio ou autorizado. Rotas e locais frequentes ligados a aplicativos de um aparelho que é seu, da sua empresa ou cujo uso foi autorizado.
- Comunicação digital. Só com consentimento ou com autorização judicial.
Quando o que você precisa vai além do acompanhamento, a investigação digital e a investigação cibernética são serviços à parte. Os demais estão reunidos em serviços de investigação.
Para quem é
O serviço atende quem precisa de informação confiável e legalmente válida: pais, empresas, advogados e pessoas físicas.
Pais podem acompanhar a atividade online de um filho menor, com foco em proteção. Para esse caso, veja também a investigação de adolescente. Empresas acompanham o que acontece em dispositivo corporativo. Advogados e pessoas físicas procuram um registro que tenha sido obtido do jeito certo.
Nenhum pedido segue um roteiro pronto: a Rubi olha a sua situação em separado e só então diz até onde a lei deixa ir. Ela tem mais de dez anos de investigação particular, trabalha a partir de Osasco e da região oeste e atende também a capital e a Grande São Paulo.
O que não é feito
Não se acessa perfil fechado nem conta de outra pessoa sem autorização, não se instala aplicativo espião no aparelho de ninguém e não se intercepta conversa.
A LGPD e o Marco Civil admitem o trabalho sobre dado público, dispositivo próprio, consentimento ou autorização judicial, e é só nisso que ele acontece. Quem oferece o resto está oferecendo o que a lei proíbe.
Relatório e uso
O que você recebe é uma análise estratégica, entregue em relatório claro e organizado: o que foi observado, em que contexto e qual padrão aparece.
Em muitos casos esse material pode ser usado em processo, desde que a informação tenha sido coletada de forma legal e documentada. É por isso que o limite do trabalho e o valor do relatório andam juntos.
Quanto custa
A referência publicada é uma diária entre R$ 550 e R$ 950. Como a sua situação é olhada em separado, o valor do seu só fica definido depois de ouvir o que você precisa. Para entender como esse preço se forma, veja quanto custa um detetive particular.
Se quiser saber o que é possível no seu caso, a conversa com a Rubi é reservada, pelo WhatsApp, e nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros.
Perguntas frequentes
Esse acompanhamento é legal?
Sim, quando fica restrito a dado público, dispositivo próprio, consentimento ou autorização judicial, que é o que a LGPD e o Marco Civil admitem.
Posso monitorar a rede social de outra pessoa?
O que ela deixa aberto ao público pode ser acompanhado e analisado. O que está fechado só entra com autorização.
Serve como prova?
Em muitos casos, sim, quando a informação é coletada de forma legal e documentada.
Pais podem acompanhar a atividade online do filho?
Sim, quando o filho é menor de idade e o objetivo é protegê-lo.
Por onde começo?
Contando à Rubi o que você precisa acompanhar e por quê. A partir disso ela avalia, no seu caso, o que é possível fazer dentro da lei.
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