Numa investigação particular sigilosa, a casa não conta a ninguém de fora que o seu caso existe.
Quem conduz o trabalho é a investigadora Rubi Pais, com mais de dez anos na investigação particular. A base fica em Osasco e na região oeste da Grande SP, com atendimento também na capital e em toda a Grande São Paulo.
O que o sigilo cobre
- Quem contratou não é revelado. Nenhum caso ou cliente é confirmado a terceiros.
- A pessoa investigada não é avisada. Ela não recebe contato, ligação nem sinal de que está sendo acompanhada.
- O que se apura vai só para você. Ninguém mais recebe o resultado.
- Nada sai sem a sua autorização. Nenhuma informação é passada a terceiro sem que você permita.
Esse cuidado não é um serviço à parte. O trabalho de detetive particular sigiloso vale para qualquer investigação da casa, seja uma investigação conjugal, uma questão de família, a localização de pessoas, uma investigação empresarial ou um caso digital. O sigilo é a forma de trabalhar em todos os serviços de investigação.
Como o trabalho fica discreto em campo
O acompanhamento acontece em local público, sem que a investigadora se identifique. Ela observa e registra, sem abordar ninguém.
Ser uma investigadora mulher também conta. Em muitos lugares, uma mulher passa despercebida onde um homem parado por algum tempo chamaria atenção. É uma vantagem prática para quem não pode correr o risco de a pessoa investigada perceber que está sendo seguida.
O que você recebe, e o que acontece se não houver o que provar
Ao fim do trabalho, você recebe um relatório com fotos, vídeos e o registro do que foi visto em lugar público. Ele é entregue só a você, que contratou.
Se não houver o que provar, isso também vai escrito no relatório. “Nada encontrado” não é trabalho perdido: é uma informação, e muitas vezes é justamente a que tira você da dúvida.
O que o sigilo não permite
Sigilo não é licença para fazer qualquer coisa. O trabalho fica dentro da Lei 13.432/2017, que regulamenta a profissão de detetive particular, e da LGPD, que protege os dados pessoais.
Na prática, isso quer dizer que não se invade conta, celular ou casa de ninguém. Se alguém oferecer esse tipo de atalho, desconfie.
Quanto custa
O valor depende da duração e do que o caso exige. Como referência, a diária de campo fica entre R$ 550 e R$ 950. Para entender como esse preço se forma, veja quanto custa um detetive particular.
O número do seu caso sai de uma conversa reservada pelo WhatsApp. Você conta o que está acontecendo e ela explica o que dá para fazer.
Perguntas frequentes
A pessoa investigada fica sabendo?
A casa não avisa a pessoa investigada, e o acompanhamento em campo é feito sem que a investigadora se identifique.
Meu nome aparece em algum lugar?
A casa não revela quem contratou e, se alguém de fora perguntar, não confirma que o seu caso existe.
A primeira conversa me compromete?
Não. Ela é reservada e sem compromisso: contar o seu caso não obriga você a contratar.
E se não acharem nada?
Isso vai no relatório, com o mesmo cuidado de qualquer outro resultado. Saber que não há o que provar também é uma resposta.
Investigação sigilosa é legal?
Sim. A profissão de detetive particular é regulamentada pela Lei 13.432/2017, e o trabalho respeita também a LGPD. O sigilo protege quem contrata; ele não autoriza nada que a lei proíba.
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